Empreender, um caminhar sobre brasas

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Por Mônica Raposo

Imagine um caminho de brasas na sua frente pegando fogo e você descalço tendo de percorrer esse caminho. Porém, antes de você atravessar, ainda jogam mais algumas pás de brasas bem quentes, qual seria a sensação: Medo? Dor? Pânico? Vontade de desistir? O que você faria? Atravessaria ou desistiria? Eu tive essa experiência anos atrás em um curso que fiz no Instituto Tadashi Kadomoto.

Claro que existe todo um preparo “mental” durante um dia inteiro para que você não queime os pés. Eles nos ensinam a ter total controle emocional naquele momento e focar no seu poder pessoal e seus objetivos de futuro. Mas quem não tem esse controle mental pode sim queimar os pés e realmente acontece com algumas pessoas.

Fonte da imagem: Morguile

Quando chegou minha vez, várias coisas passaram pela minha cabeça, mas em nenhum momento pensei em desistir, respirei fundo e controlei meu pensamento em um único objetivo, coragem para enfrentar meus medos. Determinada, nem olhei para baixo, só escutei as brasas trepidando e atravessei com sucesso, e nenhuma marca nos pés!

O que eu ganhei com essa experiência? Andar na brasa significou um grande passo para eu enfrentar o que fosse preciso na vida e superar meus medos e ter resiliência para todos os obstáculos. Aquele caminho de brasas foi uma “metáfora” que fez minha autoconfiança aumentar consideravelmente.

Após esta vivência pedi demissão de uma empresa familiar e abri meu primeiro empreendimento, enfrentei meus medos e iniciei minha jornada empreendedora sozinha. Depois dessa, outras cinco empresas vieram. Essa experiência foi um divisor de águas para mim. O importante disso foi perceber que só crescemos quando saímos da zona de conforto e enfrentamos nossos medos. Se você tiver a oportunidade de enfrentar algum medo, vá em frente e saiba que a autoconfiança é uma grande ferramenta para este enfrentamento.

E lembre-se, jornada empreendedora é um eterno “Caminhar sobre Brasas”. Concordam?

Do céu para a terra: Escolha Empreendedora

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Por Wilmarise Martins

Trabalhei no setor de Aviação Civil, atuando como aeronauta (comissária de bordo), durante quase 17 anos, e não tinha planos de sair tão cedo dessa área, quando fui pega de surpresa por uma gravidez não planejada ( mas muito bem recebida). Durante a gestação, já fui me preparando para uma possível mudança profissional. Ainda retornei da licença-maternidade e ‘voei’ por mais 3 anos, até que, em maio de 2013, precisei tomar a decisão mais difícil da minha vida.

Estava finalizando o Curso Superior de Hotelaria e já buscava alguma coisa que pudesse agregar minha experiência profissional. Tive algumas oportunidades, mas percebi que o principal objetivo de eu ter saído da aviação era justamente ter mais tempo para cuidar do meu filho, sem que precisasse repassar essa responsabilidade para a minha família. Mas percebi que em qualquer uma dessas oportunidades eu continuaria refém de uma escala e sem tempo para cuidar dele. Em vez de dormir em Londres, eu dormiria em Curitiba… com um salário bem menor.

Fonte de Imagem: Arquivo pessoal

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Empreendedoras ROSA no Women’s Forum da França

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Por Lênia Luz

Ao nos aproximarmos da abertura da 10º edição anual do Women’s Forum for the Economy and Society, na França, temos uma novidade para você que nos acompanha.

Desde 2012 apoiamos esta ação no Brasil e pela 1ª vez estamos organizando uma delegação brasileira, para que juntas possamos somar a este grande evento.  O Fórum tratará do fortalecimento das mulheres em ações de liderança  e mostrará  histórias, com soluções viáveis para a equidade de gênero,  ​que acontecem em diferentes países e contextos.

Fonte da Imagem: Bloginvoga

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Afinal, quem é você?

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Por Regiane Rezende

Recentemente, gravei um vídeo para um congresso online e o meu tema era exatamente o deste artigo “Afinal, quem é você? O poder do autoconhecimento”.

Muitas vezes, quando não sabemos para onde ir, o que fazer e com o que trabalhar, parece que entramos em um túnel escuro, sem saída, sem uma luzinha sequer aparecendo no final para nos dar uma direção. Muitas de nós não acham forças para caminhar sozinhas e procurar a saída desse túnel. Parece que ficamos o tempo todo girando, girando, girando e não saímos do lugar. É, amiga, acontece e já aconteceu comigo também, mas não se preocupe, existe uma “luz no fim do túnel”.

Fonte de Imagem: Desafio Iniciante

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Você corre o risco de ser demitido

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Por Cristian Trentin

Todos os dias, levantamos, vamos para nossos empreendimentos e por lá passamos horas resolvendo problemas e ajustando as coisas para que tudo funcione perfeitamente. Cada um no seu departamento, é claro! O rapaz do financeiro paga as contas, a moça do comercial tenta angariar clientes, o seu João sempre atento na portaria e a dona Maria ali servindo café para todos os que chegam. No final do dia, percebemos que as vendas não foram tão boas, a moça do comercial está desanimada e pediu a conta e o seu João passou horas de pé e acabou esquecendo de desejar “boa tarde”, com aquele simpático sorriso, ao último cliente do dia.

Seus funcionários têm problemas fora da empresa, você sabia? E você deve estar pensando agora: “Ah! Mas isso não é problema meu. Pago o salário em dia e quero que eles trabalhem pelo que recebem.” Pois bem, venho desenvolvendo uma teoria, há aproximadamente um ano, sobre encantamento de clientes e funcionários e gostaria de compartilhá-la com vocês.

 

 

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