Viagem de negócios: Com que mala eu vou?

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Por Naira Amorelli

Saber exatamente o que devemos colocar em uma mala de viagem pode ser um martírio para muitas pessoas, mas não é só a isso que devemos da atenção. Qual o melhor modelo? Qual o tamanho ideal? Rígidas, com rodinhas, discretas… E aí, qual a melhor opção?

Vamos começar falando em qualidade. Mala boa tem que ser durável resistente e segura. Você já viu como elas costumam ser maltratadas e como sofrem nas mãos dos funcionários que as despejam nas esteiras ou nos bagageiros de ônibus, sem o menor cuidado? Se elas não tiverem uma boa resistência, não durarão muito tempo. Infelizmente as melhores não costumam ser baratas, mas vale cada centavo o investimento feito, pode acreditar. As malas rígidas e com quatro rodinhas são geralmente mais resistentes e práticas. Além destas vantagens, elas protegem mais a roupa para não amassar tanto e se tiver algum material mais sensível, ela certamente garantirá maior proteção.

Photo Credit: Lorenzoclick via Compfight cc

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7º Fórum Global de Liderança em Curitiba

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Por Tati Girardi

Tive a oportunidade de estar presente em uma das palestras do 7º. Fórum Global de Liderança que aconteceu dias atrás em Curitiba.

O tema Coaching e Liderança Feminina, abordado assertivamente pela palestrante americana Anna Runyan, foi muito interessante pois confirmou que as dicas e técnicas atuais que funcionam para o mercado de trabalho feminino americano, também são válidas e possíveis para as executivas e profissionais brasileiras, ou seja, estamos no caminho certo.

Vale salientar que fiquei impressionada e feliz com a presença quase unânime das mulheres no evento.  Sim, nós estamos ROSEANDO cada vez mais o MUNDO!

Fonte da Imagem: Espaço do Bem Estar

Mais sobre a palestrante: Anna Runyan Fundadora do Classy Careergirl  e coach de liderança. Autora do livro “The Professional Woman’s Guide to Managing Men” – O guia da profissional feminina para gerenciar homens.

De olho nas notícias

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Por Elaine Mello

Estamos vivendo um momento crucial para o cenário político econômico do país, o que deve ser objeto de muita atenção para nós, empreendedores. Todas as questões pertinentes a este cenário refletem direta ou indiretamente, positiva ou negativamente em nossos negócios, certo?

Então é importante que tenhamos conhecimento sobre o que ouvimos, vemos e lemos sobre isso, diariamente. Vamos revisar algumas siglas e nomes que tem aparecido recentemente nas notícias, que muitas vezes passam rapidamente por nós, e não paramos para entender melhor o que significam.

Photo Credit: nickwheeleroz via Compfight cc

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O que aprendi com as pipocas: Mulheres x indústrias

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Por Deborah Munhoz

Certo dia, na casa de uma conhecida, ao observar a pipoca estourada através da tampa de vidro de sua panela, percebi que não havia pipocas queimadas. Comentei isso com ela que prontamente me respondeu: -“São as panelas importadas da minha mãe! Elas distribuem uniformemente o calor, impedindo a pipoca de queimar.” Como a mãe havia morado muitos anos nos Estados Unidos, a maior parte de seus eletrodomésticos e assim como suas roupas que dispensavam a etapa de passar foram comprados naquele país.

Não são somente as panelas a razão da queixa do mau desempenho dos produtos brasileiros. Roupas compradas nos Estados Unidos ou Inglaterra não encurtam quando secas na secadora e dispensam o ferro elétrico, economizando tempo e energia. Na França, uma mancha de vinho sai quando a roupa é lavada na máquina com o uso de um único sabão em pó, enquanto aqui precisamos de um alvejante, deixar de molho e às vezes esfregar o lugar manchado. E a qualidade das meias calças francesas? Por que as nossas são tão descartáveis? Isso me lembra também da última blusa que comprei em uma boutique, que começou a dar bolinhas após a terceira lavada.

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Afinal, por que não temos produtos de qualidade no Brasil? A resposta é simples: porque o mercado e, portanto nós, aceitamos as coisas mau feitas e o pior, pagamos por elas. Aceitamos ter o tempo de nossas vidas gastos no trabalho serem transformado em dinheiro, trocado por produtos que rapidamente viram lixo e não resolvem os nossos problemas. Na Europa ou nos Estados Unidos, a mão de obra é cara, o trabalho doméstico é mais compartilhado e as pessoas precisam ter uma casa funcional. Os produtos para limpar tem que limpar as panelas não podem se desgastar e dar buracos como ocorre aqui, contaminando livremente às pessoas com o alumínio favorecendo o Alzheimer – estudos indicam essa relação já há alguns anos; as roupas tem que secar dispensando o ferro e mão de obra. Aqui, ainda temos o trabalho pesado de lavar, passar, esfregar que (des) gasta o tempo, dinheiro e o corpo de muitas mulheres. Cada produto jogado no lixo é uma parte da natureza indo embora junto com suas horas de trabalho.

Já passou da hora de deixarmos de serem cidadãs de quinta categoria. Podemos mudar a cara da indústria nacional ao nos recusarmos a pagar por promessas de produtos de baixa qualidade. O problema do país não se resolve viajando ou importando produtos de qualidade. Precisamos refinar o nosso próprio hábito de consumo no mercado interno, fabricarmos nós mesmas e pagarmos por produtos duráveis e funcionais, além de criar formas de incentivar e pressionar a melhoria da indústria nacional. E não há como fortalecer a indústria nacional sem políticas públicas adequadas, uma educação que favoreça a cultura empreendedora ao invés do preconceito contra a classe empresarial e o investimento adequado em Pesquisa & Desenvolvimento Tecnológico. Chega de importar panelas de qualidade e achar que design serve apenas para deixar as coisas mais bonitinhas.

Bom para nosso bolso, para nossa saúde e bom para a natureza.

Espelho Empreendedor: o outro em mim

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Por Daniela Delfini

Passei alguns dias oscilando entre o otimismo, a resiliência, a tristeza e a inspiração. Sabe aquele post da Bárbara Stock ? Se não leu, leia AQUI . Pois bem, foi ele que me deu coragem!

Tudo nesse pequeno universo chamado planeta Terra é regido por ciclos: a natureza, a economia, a moda, o clima, as crises, nossos períodos, nossa vida, enfim, tudo. Às vezes os hormônios definem o início e o fim de um ciclo, ás vezes alguns acontecimentos extraordinários, como é o caso da economia ou da natureza. Mas se observarmos atentamente, veremos que a mudança se deu como resultado de um processo, de um amadurecimento. Nesse caso, um evento simples e singelo pode nos fazer iniciar um novo ciclo.

Photo Credit: Neal. via Compfight cc

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