Viagem empreendedora: Dicas do que não fazer

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Por Naira Amorelli

Atenção ao viajar para outros países!

Conhecer a cultura do país de destino evita que você cometa gafes e, principalmente, possíveis problemas. Cada país tem suas peculiaridades e informar-se e respeitar estes costumes locais é a melhor maneira de evitar situações constrangedoras durante a viagem.

Vou citar alguns exemplos relacionados a gastronomia para explicar um pouco do que estou falando:

Na Europa é um hábito muito comum dividir a mesa com estranhos e isso vem se espalhando para outros continentes também. Não se espante.

Se você palitar os dentes após as refeições na Itália significa que gostou da comida. Mas se fizer isso na França e em tantos outros países é um ato de extrema grosseria.

Fonte da imagem: Wikipedia

Na Bélgica, é comum comer com o garfo na mão esquerda, mesmo quem não é canhoto, mas em países árabes isso é impensável, a mão esquerda é considerada impura já que é destinada a higiene pessoal. Então, você já sabe, nada de entregar documentos, trocar cartões de visita ou fazer pagamentos com a mão esquerda.

Jamais recuse um cálice de vodka na Rússia, ou qualquer outro tipo de bebida na Irlanda. Isso é considerado um gesto rude e com certeza você será alvo de olhares fulminantes.

Na China, olhe que estranho, assoar nariz na rua ou cuspir são sinais de higiene, isso significa que você está tirando algo sujo de dentro do corpo. Porém, se deixar de beber tudo que está dentro do cálice em um brinde, estará cometendo uma grave ofensa.

Não se assuste ao presenciar indianos e marroquinos comendo com as mãos. Este ainda é um hábito muito comum entre eles assim como na África e na Índia a vaca é considerada um animal sagrado. Não é raro encontrar uma delas deitadas no meio da rua e em função disso, todo o trânsito que já é caótico, ser desviado. Portanto, nada de pedir aquele belo bife fritinho e crocante de carne bovina para não ter problemas sérios, ok?

Em Portugal, é quase que um crime pedir por sal e pimenta se eles não estiverem na mesa.

Já os japoneses aceitam até que você coma macarrão o sugando e fazendo ruídos, mas experimente repousar no prato o “hashi” na posição vertical. Isso é altamente contraindicado, pois é assim que o arroz é oferecido aos mortos, como em quase toda a Ásia.

No México, uma boa pedida é gritar a expressão “provecho”, que significa “bom apetite”, “aproveite”, para qualquer pessoa que chame sua atenção.

Tradição e Inovação: Um empreendimento ROSA

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Por Tête-à-Tête Nail Bar

União entre a tradicional manicure e um espaço, para encontrar as amigas, com ares de bar. Assim é o conceito do nail bar, uma ideia estrangeira que chegou ao Brasil para ficar.

As proprietárias do Tête-à-Tête, Flávia Cavassim e Letícia Cavassim, sabem que o investimento é apenas uma parte do negócio, que precisa ofertar uma boas bebidas, ambiente diferenciado e serviços de manicure de excelência e excelentes profissionais. Com mais de 1.200 opções de esmaltes, o nail bar oferece técnicas especiais em esmaltação em gel e unhas decoradas, com adesivos exclusivos, criados por Letícia que também é artista plástica.

Porém,  toda  esta  exclusividade  não  custa  mais  caro.  Segundo  as  proprietárias,  o empreendimento só saiu do papel depois de muito estudo. “Quisemos trabalhar com preços de salão comercial, porém, acrescentando requinte e o serviço especial de bar.”,  explica Flávia.

Fonte da imagem: Priscila Tescaro Consultoria em Comunicação

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Bel Pesce: Ela nos inspira

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Por Renata Kliot

Semana passada foram anunciadas as campeãs do Cartier Women’s Initiative Awards, com cerimônia em Deauville, França – prêmio que a cada ano destaca projetos socialmente responsáveis idealizados por mulheres empreendedoras do mundo todo.

Pela primeira vez, uma brasileira é a vencedora da iniciativa. Bel Pesce, foi a campeã dentre as candidatas da América Latina, com seu projeto FazINOVA, uma escola de empreendedorismo, inovação e networking que oferece cursos online sem custo sobre empreendedorismo, além de palestras presenciais sobre esses temas. Mais de 30 mil pessoas já fizeram os cursos, que incluem de 30 a 80 vídeos de dois minutos com exercícios ao longo das aulas.

Fonte da imagem: Divulgação

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Minha história Empreendedora – Gaiola de Ouro

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Por Tati Girardi

Vazio no peito era o que eu descrevia para a minha psicóloga ao falar sobre o meu sentimento  em relação a minha profissão e ao meu trabalho há dez anos atrás.

Apesar de gostar muito do que fazia, havia uma inquietação do meu ser e muitos questionamentos povoavam a minha cabeça: “Será que é isso mesmo que eu nasci para fazer? Será que eu sei apenas fazer isso? É isso realmente o que quero para a minha vida?”

E de “serás” vivi por um bom tempo,  até que resolvi me conhecer profundamente e escolhi a terapia para me ajudar. Durante o processo terapêutico, consegui responder aos serás que me assombravam e com muito trabalho interno, descobri que o que sanaria e resolveria aquele sentimento de vazio no peito seria um trabalho/profissão que pudesse, de alguma forma, ajudar pessoas e principalmente mudar a realidade de alguém.

Fonte da imagem: Priscila Tescaro Consultoria em Comunicação

 

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Café produzido exclusivamente por mulheres

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Por Il Barista

Com o intuito de conscientizar as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, Gelma Franco, e especialista em cafés, criou para o IL Barista – Cafés Especiais o blend La vie en Rose que terá parte da renda revertida pra o IBCC – Instituto Brasileiro do Controle do Câncer.

O La vie en Rose nasceu da combinação perfeita de dois cafés exclusivos, feito por cafeicultoras mulheres, de diferentes regiões de Minas Gerais com características que se completam. É um blend com notas florais, médio corpo, sabor suave e com fundo achocolatado.

Ele tem um cunho social, pois, além de ser um café feito por cafeicultoras engajadas com as necessidades das suas comunidades tem parte da sua renda revertida para uma ação social. Das produtoras da aérea rural de Conceição, em Carangola, Matas de Minas nasceu a Comunidade feminina Fruto Fino, responsável por parte da produção deste blend. Essa comunidade reverte parte da renda da venda dos grãos em cursos de capacitação para as mulheres e na compra de maquinário e material para a Oficina de Artesanato.

Gelma Franco - Fonte da imagem: arquivo pessoal

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