Estilo é olhar para dentro, empreendedorismo também!

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Por Camila Fernandes

Depois de um mês meio sumidinha do blog do ER, estou voltando a dar o ar da graça com uma ideia que é tão interessante para o seu negócio quanto para sua autoestima e estilo. Empreendedora, me conta uma coisa: como você coloca valor no seu serviço? Faz uma média do valor que os seus concorrentes estão comercializando? Se esse é o caso, aí vai uma dica: essa nem sempre é melhor escolha.

Por mais parecidos que os negócios sejam, cada um é cada um. Os gastos com tempo de execução, mão de obra especializada, salário de funcionários, gastos de caixa e afins sempre devem ser levados em consideração. Caso contrário, você vai trabalhar apenas para pagar contas e nada além disso. O que quero dizer é que você deve, por exemplo, analisar qual produto dá mais lucro e investir para destacá-lo dentro da sua loja. Já aqueles que demoram mais para serem fabricados ou têm matérias-primas mais requintadas, por mais que se pareçam com o do concorrente, precisam ter um valor que pague todas (to-das!) as despesas e que gere um certo lucro. Se não for assim, te dou outra dica: revise seu mix de produtos e desenvolva outros que estejam mais de acordo com aquilo que seu público-alvo pode pagar.

Fonte da imagem: Google

E vamos linkar isso com a moda? Para conseguir encontrar seu estilo, (aquele jeito de se vestir que parece que foi inventado exatamente pra você, sabe?!), a dica é: esqueça o que as pessoas à sua volta estão vestindo e foque na variedade de sentimentos e preferências que existem no seu interior (como disse acima, cada um é cada um). Nós só nos destacamos pela forma de vestir e ficamos à vontade (e felizes) com a imagem que refletimos no espelho quando levamos em consideração o que é importante para a gente, e não para os outros. Bem parecida com a dica empreendedora de hoje, né?! O caminho do sucesso, tanto na moda quanto na profissão de quem resolveu empreender, é olhar para dentro e só aí ir desenvolvendo meios de ressaltar todo o benefício do produto ou todo amor que você sente por você mesma!

Maternidade e carreira

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Por Joyce Moysés

Enquanto se preocupam com as férias dos filhos e com o próprio negócio, mães buscam descobrir dias melhores de conciliação entre a maternidade e o trabalho. Também estou nessa e sinto na pele quão desafiador é conciliar esses dois amores. Principalmente hoje, que as empreendedoras trabalham muito ou trabalham muito. Sem enrolação.

Para encaixar a maternidade nas ambições profissionais, mais e mais mulheres saem dos empregos e abrem negócios, o que as pesquisadoras Patrícia Travassos e Ana Cláudia Konichi chamam de segunda revolução feminina. A dupla fez mais de 200 entrevistas que deram origem à série Mães S/A e ao livro Minha Mãe é um Negócio (Editora Saraiva).

Para boa parte da população feminina, o trabalho seduz, encanta, traz realização pessoal e financeira. Tanto que quatro de cada dez famílias são chefiadas por elas, segundo o IBGE. Trata-se de uma relação de amor e ódio que rouba o tempo e a energia numa proporção às vezes absurda. Mulheres são assim: múltiplas, multifuncionais, tentam ocupar todos os espaços, não querem abrir mão de nada.

Fonte da imagem: Google

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Seja singular em um mundo plural

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Por Tainah Veras

Estamos cercadas de informações, pessoas e empresas por todos os lados. Vivemos em um mundo cada vez mais plural, não apenas por conta das diferenças de culturas e formas de agir que povoam o nosso ambiente, mas também por conta da quantidade de coisas que fazem parte da nossa vida. Quer saber a chave para fazer a diferença em meio a isso tudo? É preciso ser singular, ou seja, única. E digo mais: além de conjugar suas ações de forma singular, é preciso usar artigos definidos. Em outras palavras, você precisa ser “A” empreendedora, e não apenas “UMA” empreendedora.

Fonte da imagem: Priscila Tescaro Consultoria em Comunicação

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Será que sofremos da síndrome de excesso de futuro?

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Por Tatiana Girardi

Por um instante que seja, você já observou que quase sempre não está de fato no momento presente? E que, por isso, deixa de aproveitar os momentos da vida em sua totalidade?

Sugiro que você se observe e perceba que, mesmo quando está em um momento bacana e importante, o quanto está pensando no que fará dali quinze minutos, meia hora, no dia seguinte, na semana que vem, e assim por diante.

Além disso, tenho percebido no meu dia a dia o quanto são fortes a angústia e a ansiedade, e quão grande é o “estrago” emocional em pessoas que sofrem em excesso pelo futuro. Afinal, o sofrimento é por algo que ainda não existe, por algo que não se controla, e é aí que as coisas se complicam.

Fonte da imagem: Google

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Feliz dia do AMIGO!

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Por Lênia Luz

Hoje, data em que se comemora o dia do amigo escolhi o texto de Rubem Alves, meu escritor preferido, onde ele fala sobre a amizade. Rubem tornou-se meu amigo através de seus escritos, ontem ele partiu, mas deixou um legado literário de grandes proporções e grandes ensinamentos para mim.

“Lembrei-me dele e senti saudades… Tanto tempo que a gente não se vê! Dei-me conta, com uma intensidade incomum, da coisa rara que é a amizade. E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá.  A beleza da poesia, da música, da natureza, as delícias da boa comida e da bebida perdem o gosto e ficam meio tristes quando não temos um amigo com quem compartilhá-las.  Acho mesmo que tudo o que fazemos na vida pode se resumir nisto: a busca de um amigo, uma luta contra a solidão…

Fonte de Imagem: Google

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